Ouvindo a trilha sonora de "Being Julia" ainda eufórica com o surpreendente e inspirador final, lhes digo:
Ora, cuidado com a mulher de verdade!
Aquela que não se contenta com o tédio e busca sempre o fogo da paixão.
Ela, quando tem a vaidade e amor traídos, se contrai de repente e quando menos esperado se expande de tal maneira que não deixa espaço pra ninguém mais respirar, só suspirar... Aquelas lágrimas antes vistas como sinal de submissão e desespero não dão mais sinal de vida, aliás o que mais representa a vida nessa mulher é seu sorriso largo e faceiro. O olhar brilhante que sorri dizendo: - Pensou que tinha acabado não é?
Queria mesmo surpreendê-los, você que pensava que estava se dando por vencida, nesse momento está se perguntando onde foi que errou, estou certa? Uma mulher assim jamais se deixaria abalar por cinismo barato, falsidade, sua inveja desprezível ou até mesmo pelo seu "meio amor". Ela precisa de mais que isso, precisa sentir o seu próprio coração bater forte, ele é quem grita mais alto, onde em maior valor e quantidade possui o amor a si mesma.
Quem ri por último, ri melhor.
Eis essa mulher fascinante, adorável Júlia. Excitante Filme!
BRAVO!

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